Pode ser um marcador de risco para morte súbira, sobretudo nos doentes com cardiopatia significativa, nomeadamente arritmogénica (ex. SQTL) ou funcional (compromisso da FEVE). Quando detectada em ECG/Holter, deve-se pedir MCDT e encaminhar os utentes para consulta de Cardiologia.
Definição
Raramente detectada em ECG de rotina, representa uma variação, batimento a batimento, na amplitude, forma, polaridade ou frequência da onda T.
O termo mais indicado seria “alterações alternantes da repolarização”, já que frequentemente o segmento ST e onda U também estão afectados.
Causas
Alterações no tecido de condução do impulso eléctrico