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Abordagem
Quando referenciar, vigiar ou tranquilizar. Decisão estratificada por gravidade:
Excluir causas reversíveis. Pedir MCDT. Iniciar β-Bloq ou BCC não DHP (caso não haja compromisso da FEVE) enquanto aguarda. Encaminhar se ≥1 critério:
A. Cardiopatia conhecida ou suspeita
B. Achados no Holter/ECG de alto risco
C. Achados na prova de esforço
D. Falência terapêutica ou preferência do utente
Assintomáticos, sem cardiopatia estrutural conhecida e sem critérios dos pontos 1 e 2, mas com ≥1 das seguintes (associadas a cardiopatia oculta e risco de morte súbita). Holter, ECG e ecocardiograma anuais. Controlar FRCV. Se sintomas ou EV marcadas e frequentes, ponderar consulta de cardiologia:
Só se aplica a utentes sem cardiopatia significativa documentada, com EV típicas e sem alto risco. Prognóstico benigno. Achado muito frequente na população geral. Controlar FRCV.
Fontes:
Definição
As EV ocorrem quando o miocárdio ventricular gera um impulso elétrico independente, havendo uma contração ventricular prematura, isto é, antes da onda P sinusal. Geralmente, as características na tira de ECG são:
NOTAS:
Causas
Mais do que casusa, de seguida enumeraremos algumas dos principais factores de agravamento e/ou associados a EV.
MCDT